Artise - Associação dos Artistas de Sobradinho e Entorno

Partilhe este site...

 

Seja bem-vindo!

 Interrogação

Comentários

Telefones de Emergência 

Polícia Civil 197

Defesa Civil 199

Polícia Militar 190

Polícia Federal 194

Pronto-Socorro 192

Disque-Denúncia 181

Corpo de Bombeiros 193

Delegacias da Mulher 180

Polícia Rodoviária Fed. 191

Polícia Rodoviária Est. 198

Telefones Úteis

Ibama 152

Procon 151

Detran 154

CEB 0800-610196

INSS 0800-780191

Água e Esgoto 115

Vigilância Sanitária 150

Polícia Federal 3311-8000

 


Rock in Rio estreia hoje nos USA

Rock_in_Rio_02

Rock in Rio estreia hoje nos USA

Por: Tiago Dias / UOL - 08/05/2015

O Rock in Rio finalmente chegou aos Estados Unidos. Nesta sexta-feira (8), o festival abre a Cidade do Rock em Las Vegas com a mesma receita que o tornou, no Brasil, uma máquina de vender ingressos -- mesmo antes de divulgar qualquer atração.

Contando com áreas temáticas, tirolesa, roda gigante e um cardápio variado de shows, que vão de Taylor Swift a Metallica, o festival já vendeu 110 mil ingressos por lá, nos quatro dias da programação, embora o espaço comporte 85 mil pessoas por dia. Vice-presidente executiva do Rock in Rio, a produtora Roberta Medina, comemora os números: "É espetacular quando se leva em conta quantos anos são necessários para um evento conseguir se estabelecer por aqui."

Com a chegada do evento brasileiro ao país conhecido por sediar festivais famosos como o Coachella e o Lollapalooza, o jornal "Los Angeles Times" até questionou em um artigo: "Nós realmente precisamos de outro festival?". A aposta do Rock in Rio é que sim.

Lá, a receita será a mesma usada do Brasil, mirando no perfil do público: menos indie, mais família. "Esse negócio do indie é muito legal, mas para algo menor", diz Roberta, durante entrevista ao UOL por telefone direto de Las Vegas. "Se você oferece uma boa estrutura, por que um pai não pode gostar de ir a um festival de música? Uma pessoa mais velha, mais família, não quer se sujeitar a ir para o camping, pegar grandes filas, falta de banheiro."

Na edição brasileira, o sucesso segue uma matemática básica: 50% do público tende a se importar mais com a experiência no evento do que propriamente com a música. "Elas vão de qualquer jeito, porque sabem que vai ser uma coisa boa", explica Roberta. Para assegurar o restante, é necessário um grande nome como headliner, mesmo que seja figurinha repetida --na edição brasileira, em setembro, tocam Metallica, Slipknot, Katy Perry, Rihanna e System of Down, que já haviam se apresentado no Rock in Rio de 2013. 

Ainda segundo Roberta, a organização tentou trazer o Rolling Stones, mas a banda já havia fechado os planos para sua atual turnê, que agora passa pelos EUA. "Nosso público espera bandas maiores", afirma. Nos Estados Unidos, diz a produtora, o público é um pouco diferente: "Eles reagem muito bem a tudo que é novo." Ela ainda lembra de outra característica da plateia americana, que não reclama das atrações pop do festival. "Aí [no Brasil] o povo reclama, xinga a gente: 'Que rock o quê!'."

(Foto: Anderson Borde/ AgNews)

"Eu brinco aqui nos Estados Unidos: não é rock, não é Rio e não é um festival tradicional de música. É uma marca, como Pepsi"

Roberta Medina, vice-presidente do Rock in Rio